sexta-feira, 24 de maio de 2019

A Cachaça da Harmonia.


Alambique da Cachaçaria Harmonie Schnaps.

No Vale do Rio Caí no município de Harmonia, Estado do Rio Grande do Sul, está localizado os canaviais e o alambique da Cachaçaria Harmonie Schnaps. Produzida em sistema de agricultura familiar, o empreendimento surgiu em 2004 com o esforço e espírito inovador de Leandro Augusto Hilgert que retomou esta atividade desenvolvida pela família por mais de 40 anos, mas interrompida em 1981. Além de cachaças de qualidade, Leandro também colocou como objetivo o desenvolvimento do turismo no município e para isso buscou apoio dos órgãos oficiais, sindicatos e associações, construiu parcerias com outros produtores rurais e empreendimentos, ampliando as perspectivas da sustentabilidade econômica e ambiental da sua atividade e do desenvolvimento coletivo da região.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Alambiques do RS na Expocachaça 2019.

Logomarca da Aprodecana
A Expocachaça é a maior feira do setor, a mais importante e conceituada vitrine mundial da cachaça realizada desde 1998 em Belo Horizonte, Minas Gerais. Em 2019, a 29ª Edição realizada de 06 a 09 de junho, será em conjunto com a 13ª Brasilbier, unindo as cadeias produtivas das cachaças e cervejas artesanais.

O sucesso deste evento está em seu formato de feira B2B e festival B2C com uma proposta aberta aos vários públicos e programação em que negócios, lazer, entretenimento, gastronomia, turismo, cultura e shows interagem de forma harmônica garantindo a satisfação do público e a visibilidade dos patrocinadores.

terça-feira, 9 de abril de 2019

Weber Haus moderniza rótulos da linha de cachaças Premium.

Os novos rótulos das cachaças Weber Haus Premium.
Mudanças atendem novas tendências do mercado.

A linha de cachaças Premium da Weber Haus está de cara nova. Os rótulos passaram por uma transformação de forma a atender as novas tendências do mercado. A linha não passava por modificações desde 2010. "Buscamos trazer a inovação, seguindo as novas tendências do mercado de cachaças. Os rótulos possuem um design mais moderno, chamando a atenção do nosso cliente", explica o diretor de Marketing da Weber Haus, Mateus Weber.

Com as mudanças, a ideia é destacar os produtos Weber Haus nos pontos de venda, de grandes empórios a bares e restaurantes onde a bebida é consumida. Sempre atenta à tradição de seus produtos, Mateus explica que as embalagens mantiveram as características originais, passando por um processo de sofisticação. "Apostamos em um desenho mais trabalhado. Estamos sempre atentos aos anseios e exigências de nossos consumidores", observa o dirigente.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Cachaçaria Brix 21, Porto Alegre/RS.

Rafael Lutgmeyer
Durante uma visita à cidade de Paraty no Rio de Janeiro, o gaúcho Rafael Lutgmeyer observou uma loja de cachaças diferente das convencionais, com uma proposta que além do apelo comercial também destacava a estética, o bom gosto, a comunicação com os clientes e a informação sobre os produtos expostos. “As garrafas estavam bem distribuídas, o ambiente era bem iluminado e chamava a atenção de todos que passavam na rua. Como já era apreciador de cachaça fiquei com vontade de usufruir mais tempo naquele local”, relembra o atual sócio-diretor da Cachaçaria Brix 21.

A partir desta experiência, conta Rafael, surgiu a ideia e a disposição de empreender no sul do Brasil, na cidade de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul, tendo como referência este perfil de loja de qualidade especializada em cachaças de alambique. Para isso, foi necessário capacitação e a busca de conhecimentos para referenciarem a seleção das marcas. Um curso de mestre alambiqueiro no Estado de Minas Gerais forneceu os conhecimentos teóricos e práticos sobre a produção de cachaças de qualidade, além de estudos e pesquisas sobre os aspectos históricos e culturais. “O próximo passo foi visitar os cachaceiros, aprendendo, conhecendo-os e principalmente avaliando a produção de todos. Sendo as mesmas marcas nestes quase cinco anos, até a próxima jornada. Assim os clientes têm informações gerais sobre todas as nossas bebidas e seus produtores, como características, regiões, além das histórias destes produtores”.

Cachaçaria Brix 21, Centro Histórico de Porto Alegre/RS.
Na Brix 21, os clientes são orientados através da degustação para reconhecerem as características e especificidades das cachaças que estão adquirindo. “E nela este cliente fundamentará sua proposta para si ou para alguém através do conhecimento adquirido, da experiência. E, principalmente, ao ir embora, pós degustação e compra ou não, ele terá a certeza que pode ter na boa cachaça sempre que precisar um ótimo destilado para apreciar ou presentear alguém”.

Além de loja com mais de duzentas marcas expostas, a Cachaçaria Brix 21 também é um espaço cultural e desenvolve eventos temáticos diversos abertos e com público restrito, “... sempre valorizando as cachaças de alambique como bebida de alta qualidade estendendo a todos a vivência de conhecer, saborear, degustar e comprar a seleção realizada nesta viagem, em um ambiente distinto e atrativo através da cultura passada e presente da cachaça em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e Brasil”.

Em julho de 2020,  a Cachaçaria Brix 21 encerrou suas atividades por causa da epidemia Covid.

Rua Marechal Floriano Peixoto, 705.
Centro Histórico de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil. 



Cachaçaria Brix 21, Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil.

During a visit to the city of Paraty in Rio de Janeiro State, Rafael Lutgmeyer discovered a differentiated cachaça store, which focused not only on the commercial aspect, but also on the aesthetics, good taste, communication with the customers and information about the exhibited products. “ The bottles were very well distributed, the environment was very well illuminated and it took the attention of everybody that passed in the street. Since I was already a cachaça lover I wanted to spend more time in that place”, remembered the current partner director of Cachaçaria Brix 21.


Since this experience, tells Rafael, I came up with the idea and arrangments to create a business in the south of Brazil, in the city of Porto Alegre, capital of the State of Rio Grande do Sul, based on the artisanal cachaça store stands I visited. To make this happen, it was necessary to be trained and search, for knowledge to have references in the selection of the brands. A course of mestre alambiqueiro (specialist in producing cachaça) in the State of Minas Gerais provided the practical and theoretical knowledge about high-quality cachaça production, as well as studies and searches about its historic and cultural aspects. “The next step was visiting the cachaça producers, knowing them, learning and primarily evaluating their production. We are with brands we have selected for almost five years. Thus, the customers have general information about the beverages, such as their characteristics, regions, as well as the history of their producers”.


At Brix 21, the customers are taught through degustation to recognize the features and specificities of the cachaças they are buying. “On the experience and acquired knowledge in the degustation, the customers will base their purchase for themselves or somebody else. And most importantly, after the degustation, buying something or not, they will be sure that the good cachaça is always a great distillate to appreciate or give to someone.”

Besides a cachaça store with more than two hundred brands, the Cachaçaria Brix 21 is also a cultural space and holds several thematic events, open or restricted to public, “... always appreciate the artisanal cachaça as a  high-quality beverage, providing to everyone the experience of knowing, tasting, and buying it, in a differentiated and attractive environment, through the past and present culture of the cachaça, in Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brazil”.

In July 2020, Cachaçaria Brix 21 ended its activities due to the Covid epidemic.

Rua Marechal Floriano Peixoto, 705.
 Porto Alegre Historic Centre, Rio Grande do Sul, Brazil.

 
English Version: Gustavo Carvalho Hendges. Email: gc.hendges@gmail.com

quarta-feira, 20 de março de 2019

Cachaça e meio ambiente.

A cachaça de alambique é um produto fundamental para a economia brasileira. Aproximadamente 40 mil produtores que com base na agricultura familiar, geram trabalho e renda para quase um milhão de pessoas, mais de 4.500 marcas registradas que abastecem um mercado de 87% das bebidas destiladas no Brasil. Como toda atividade, a produção de cachaça tem aspectos ambientais e gera impactos que precisam ser identificados e controlados, evitando-se problemas ao meio ambiente e preservando a saúde dos consumidores, assim como a própria qualidade e responsabilidade socioambiental do produto.

No cultivo da cana de açúcar, a adequação às características topográficas e físicas dos solos previne a degradação, erosão, compactação e assoreamento das nascentes de água próximas, protege as áreas adjacentes como matas e a fauna nativa e preserva a capacidade de produção através da adubação orgânica e do cultivo de variedades adaptadas. Na colheita, evita-se a queima e utilizam-se a palha da limpeza dos colmos e as pontas na proteção dos solos ou na alimentação de animais. O transporte também requer atenção, evitando-se grandes distâncias entre as plantações e destilarias.

Na moagem, o principal resíduo da extração do suco é o bagaço, utilizado como combustível nas caldeiras de aquecimento ou para compostagem e uso posterior como adubo orgânico nas plantações. É indispensável atenção aos efluentes da limpeza da cana e dos equipamentos e ao óleo utilizado na lubrificação do moedor. A filtração, a decantação e a fermentação produzem alguns resíduos de baixo impacto, mas que também são encaminhados para estações de tratamento adequadas e as águas devolvidas limpas ao meio ambiente.

A destilação é a etapa em que são gerados os resíduos com maiores impactos ambientais. A combustão para aquecimento dos alambiques produz cinzas utilizadas na correção da acidez dos solos, dióxido de carbono e materiais particulados que contém compostos orgânicos e requerem a instalação de filtros. As águas utilizadas no resfriamento precisam de cuidados para não alterar a temperatura dos cursos em que são descartadas. As frações separadas no processo de destilação (cabeça e cauda) necessitam tratamentos adequados com a utilização na produção de etanol combustível ou fertilizantes. O resíduo final da destilação (vinhaça ou vinhoto) tem potencial poluente elevado, acidez e corrosividade, demanda bioquímica de oxigênio alta e temperatura elevada. Mas também pode ser utilizado como fertilizante ou na suplementação alimentar de animais.

O armazenamento e o envelhecimento realizado em dornas de inox e barris de diversas madeiras não têm impactos ambientais significativos, mas é indispensável atenção à origem das madeiras utilizadas na fabricação dos tonéis, nativas da Mata Atlântica ou da Amazônia, são árvores de crescimento lento, restritas aos remanescentes florestais e nichos ecológicos específicos. Um dos problemas que se apresentam no horizonte da cachaça é o desenvolvimento de uma tanoaria brasileira sustentável, ambientalmente responsável e certificada.

No engarrafamento, os aspectos ambientais estão relacionados à produção das embalagens, tampas, rótulos, caixas, plásticos e formas de acondicionamento para o transporte. A logística reversa das embalagens usadas não é praticada de forma sistemática, principalmente pelas dificuldades logísticas de sua implantação e o alto custo econômico para os pequenos e médios produtores. A distribuição realizada através de transporte rodoviário gera gases de efeito estufa como o CO2, mas o cultivo da cana também absorve estes gases durante o crescimento, havendo uma compensação entre estes dois aspectos ambientais do ciclo de produção e consumo da cachaça.

Para conhecer em detalhes os aspectos e impactos ambientais da cachaça clique aqui.


Cachaça and environment

The artisanal cachaça is a fundamental product for the Brazilian economy. Approximately 40 thousand producers based in the familiar farming generate employment and income for almost one million people, more than 4500 registered brands, which supply 87% of the Brazilian spirits market. With all this activity, the cachaça production has environmental issues and causes impacts that must be identified and controlled, in order to avoid problems to the environment and preserve the consumers’ health, as well as its own quality and the socioenvironmental responsibility of the product.

In the sugarcane cultivation, the adaption to the soils’ topographic and physical characteristics avoids their degradation, erosion, compaction and silting of the near water sources, protects the surroundings areas, such as the forests, and native fauna and preserves the production capacity through organic fertilization and cultivation of suitable varieties. In the harvest, the straw is not burning: it is utilized for cleaning the sugarcane stalks. The parts with little sugar (upper parts) are used in the soil protection and in the animal feeding. The transportation needs attention, avoiding big distances between the plantation fields and the distilleries.


The main residue in the sugarcane juice extraction is the bagasse, used as fuel in heating boilers or for composting and further use organic fertilizer in the plantations. It is essential attention to the effluents in the cleaning of the sugarcane and equipaments and to the oil used in the lubrificatuon of the grinder machine. The filtration, decantation and fermentation produce some low impact residues that are channelled to suitable treatment plants and the water returns clean to the environment.

The distillation is the stage in which the residues with bigger environmental impacts are generated. The combustion for heating of the still produces ashes used in the correction of the soils acidity, carbon dioxide and particulate materials, which have organic compounds and require installation  of filters. The water utilize in the cooling of the stills need attention in order to avoid changing the temperature of the watercourses where it is discarded in. The fractions separated in the distillation (head and tail) need appropriate treatment with utilization in the production of fuel ethanol and fertilizers. The final distillation byproduct (vinasse) has high acidity, corrosiveness and polluting potencial, high oxygen biochemical demand and temperature. However, it can be used in supplementary food for animals and fertilizer.

The storage and ageing is done in stainless steel tanks and in casks of various woods and does not cause any significant environmental impact, but it is essential attention to the origin of the woods used in the casks manufacturing, native of the Atlantic Forest or Amazônia, are slow growing trees, restricted to remaining forests and specific ecological niches. One problem in the future of the cachaça is the development of a Brazilian copperage environmentally responsible, sustainable and certified.

In the bottling, the environmental aspects are related to the production of packagings, bottle covers, labels, boxes, plastics and storage forms for transportation. The reverse logistics of the used bottles is not practiced in sistematic form, primarily for the logistics difficulties in its implatations and the high economic cost for small and medium-sized producers. The distribution done by road transport generates greenhouse effect gases, such as CO2, but the sugarcane cultivation absorbs these gases during its growing, compensating between these two environmental aspects of the cachaça production and consumption cycle.

To know in details the environmental aspects and impacts of cachaça click here.
(text in Portuguese).

English Version: Gustavo Carvalho Hendges. Email: gc.hendges@gmail .com

quinta-feira, 14 de março de 2019

Weber Haus consolida participação no mercado japonês.

Weber Haus amburana, preferida no mercado japonês.
Empresa gaúcha apresentou seus destaques na última edição da Foodex Japan.

Com forte atuação no mercado japonês, a destilaria gaúcha Weber Haus participou da Foodex Japan 2019 para apresentar os seus destaques. Considerada a maior exibição de bebidas e comidas da Ásia, a programação reuniu mais de três mil expositores e um público de 85 mil visitantes entre os dias 5 e 8 de março.

Segundo Denise Hörlle, gerente de vendas internacionais da Weber Haus, a empresa já atua no Japão há 6 anos, com um mercado consolidado na área de produtos Premium. " Nosso distribuidor trabalha com um total de 10 produtos somente Premium", reforça a executiva. As cachaças envelhecidas em Amburana, Carvalho e Canela Sassafrás são as bebidas preferidas dos japoneses, sendo disponibilizadas em supermercados gourmet, bares e restaurantes.

Com a presença na Foodex, Denise destacou a importância da interação com o público consumidor para que o mesmo pudesse conhecer novas bebidas, ampliando ainda mais a participação da empresa nesse mercado. "Estávamos com estande próprio, facilitando essa interação. No local, havia uma estação de cachaça onde era possível degustar o produto puro, além de provar nossas caipirinhas", lembrou Denise.

Sobre a H. Weber

Conhecida nacional e internacionalmente pela produção de cachaça artesanal, hoje a Weber Haus já coleciona mais de cem premiações ao redor do mundo. Com canaviais próprios em Ivoti, interior do Rio Grande do Sul, a destilaria atua em 23 estados, além do Distrito Federal. Destaque para São Paulo, além de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul.

No mercado internacional, tem forte atuação nos Estados Unidos, com produtos em 17 estados daquele país. A marca está presente ainda na Alemanha, Áustria, Bélgica, Canadá, China, Dinamarca, Eslovênia, França, Holanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Noruega, Suécia e Turquia.

Fonte:  Taís Dihl, Assessoria de Comunicação da Weber Haus.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Feijão tropeiro com linguiça e cachaça.

Acampamento dos tropeiros em 1920. Fonte: História e Memória
Durante mais de duzentos anos, do fim do Século XVII em 1695 até o início do Século XX, aproximadamente 1930, os Tropeiros foram os principais responsáveis pela distribuição das mercadorias no interior do Brasil. Transportavam as mercadorias em muares, animais de grande resistência, em rotas que ficaram conhecidas como caminhos das tropas, ao longo das quais muitas vilas se formaram e originaram muitas das atuais cidades brasileiras.

Nos acampamentos, os tropeiros preparavam as refeições que muitas vezes eram feitas com as sobras das refeições anteriores. Esta improvisação deu origem a diversos pratos da culinária brasileira, incluindo-se alguns que utilizavam a cachaça como ingrediente. O feijão misturado com diversos ingredientes originou um prato que era consumido pela manhã, ainda de madrugada, antes do reinício das jornadas.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Barman portoalegrense vence 1º Torneio de Cocktails promovido pela Weber Haus.

Leandro Rodrigues
Leandro Rodrigues, barman portoalegrense do Bah Restaurante, do Grupo Press Gastronomia, conquistou os jurados com seu drink autoral, em evento promovido na sede da empresa, em Ivoti/RS e foi o destaque do 1º Torneio de Cocktails realizado no dia 27/01/2019.

Os participantes foram desafiados a elaborar uma caipirinha na primeira etapa e um coquetel autoral na segunda etapa, sendo essa última o grande destaque de Rodrigues. “Foi uma oportunidade dos profissionais conhecerem os produtos Weber Haus e criarem drinks variados utilizando nossas cachaças, licores e gins”, explica o diretor de marketing da empresa, Mateus Weber.

O vencedor do torneio ganhou um espaço de destaque na sede da Weber Haus, com um quadro contendo a sua foto e nome. A competição, realizada em parceria com a Art Flair Bartenders - escola de bartenders de Porto Alegre/RS, contou com um total de 20 bartenders. “Ficamos impressionados com o talento dos competidores. Foi um momento único no qual os profissionais mostraram a sua criatividade”, observa Mateus.

Os competidores foram avaliados por uma equipe de jurados com ampla experiência no mundo das bebidas: o bartender Rafael Câmara dos Santos, que representou a empresa na segunda edição do Concurso Nacional de Rabo de Galo, no final de 2018 em São Paulo e ficou entre os três primeiros colocados; Leomar De Bortoli e Antenor Augusto Nodari, Presidente e Vice Presidente da Confraria Gaúcha da Cachaça; Marcelo Vargas, Sensory Mananger do Centro Italiano de Análise Sensorial da América do Sul e diretor da secção gaúcha da Associação Brasileira de Sommeliers; Renato Mussa, consultor de bar em São Paulo e bartender há mais de 10 anos; o chefe de bar do Restaurante Dry Moments Y Drinks e Edson Vanderlei dos Santos Dias, docente no Senac de Porto Alegre e no Sesc-RS.


Sobre a H. Weber

Conhecida nacional e internacionalmente pela produção de cachaça artesanal, hoje a Weber Haus já coleciona mais de cem premiações ao redor do mundo. Com canaviais próprios em Ivoti, interior do Rio Grande do Sul, a destilaria atua em 23 estados, além do Distrito Federal. Destaque para São Paulo, além de Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul.

No mercado internacional, o grande foco é o norte-americano, com produtos em 17 estados daquele país. A marca está presente ainda na Alemanha, Áustria, Bélgica, Canadá, China, Dinamarca, Eslovênia, França, Holanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Noruega, Suécia e Turquia.




Porto Alegre bartender wins Cocktails Tournament promoted by Distillery H. Weber.


Leandro Rodrigues, Porto Alegre bartender in Bah Restaurant, Press Gastronomy Group, pleased the jury with his authorial drink in the event held at the company's headquarters in Ivoti/RS and was the highlight of the 1st Cocktail Tournament, which happened on january 27th, 2019.

Participants were challenged to prepare a caipirinha in the first stage and an authorial cocktail in the second stage, the latter being the great highlight of Rodrigues. “It was an opportunity to professionals know the Weber Haus products and create varied drinks using our cachaças, liqueurs and gins”, explains the Marketing Director of Weber Haus, Matthew Weber.

The tournament winner won a highlight space at Weber Haus headquarters, with a frame containing his picture and name. The competition, held in partnership with the Art Flair Bartenders - Bartenders School from Porto Alegre, had a total of 20 bartenders. “We got impressed with the talent of the competitors. It was a unique moment in which the professionals showed all their creativity”, says Matthew.


 

The contestants were evaluated by a team of jurors with extensive experience in the world of beverages. Among them were the bartender Rafael Câmara dos Santos, who represented the company in the second edition of the National Rabo de Galo (a Brazilian drink) Contest, in the end of 2018 in São Paulo, and finished in the top three; Leomar De Bortoli and Antenor Augusto Nodari, President and Vice President of the Rio Grande do Sul Confraternity of Cachaça; Marcelo Vargas, Sensory Mananger of the Italian Centre for Sensory Analysis of South America and director of Rio Grande do Sul section of the Brazilian Association of Sommeliers; Renato Mussa, bar consultant in São Paulo, bartender for over 10 years, and bar chef in the Restaurant Dry Moments Y Drinks; and Edson Vanderlei Dias dos Santos, professor at Senac of Porto Alegre and the SESC-RS.


About H. Weber

Known nationally and internationally for producing artisanal cachaça, today Weber Haus has won more than one hundred awards around the world. With its own sugarcane fields in Ivoti, interior of Rio Grande do Sul, the distillery operates in 23 states and the Federal District, highlighting São Paulo,  Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Paraná and Rio Grande do Sul.

In the international market, the major focus is U.S., with products in 17 states of the country. The brand also is present in Germany, Austria, Belgium, Canada, China, Denmark, Slovenia, France, Holland, Italy, Japan, Luxembourg, Norway, Sweden and Turkey.