terça-feira, 19 de maio de 2026

Curso Sommelier de Cachaças de Alambique

“O foco deste curso é entregar aos participantes conhecimentos e ferramentas que facilitam as ações de inovação das marcas, produtos e serviços, capacitação individual e equipes, desenvolvimento de projetos de educação para o consumo, qualificação profissional e do mercado” informa o professor Antonio Silvio quando questionado sobre os objetivos deste curso que já está na 5ª turma.

Sobre o perfil dos alunos "são os apreciadores e profissionais que querem entender o universo sensorial e cultural das cachaças de alambique, os produtores, os profissionais como bartenders, sommeliers de vinhos, cervejas e charutos, especialistas em gastronomia, restaurantes, bares e eventos que buscam o aprimoramento e agregarem valor aos seus produtos e serviços através da inovação, da educação e qualificação dos consumidores."

- Aulas online ao vivo.

- História e cultura da cachaça e das bebidas destiladas da cana-de-açúcar.

- Mercados e tendências.

- Degustação, harmonização e avaliação sensorial.

- Cartas e cardápios para bares, restaurantes e eventos.

- Gestão de adegas, estoques e coleções,

- Conteúdos e ferramentas exclusivas e personalizáveis.

- Aulas preparatórias e complementares com consultoria estendida.

Este é o curso de sommelier com o melhor custo benefício do Brasil.

Para saber mais e fazer a inscrição: 

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

O Acordo Mercosul/União Europeia e o Impacto nas Cachaças de Alambique e Bebidas Destiladas Brasileiras.

O acordo firmado entre o Mercosul e a União Europeia estabeleceu a maior Área de Livre Comércio da História com 745 milhões de consumidores e a participação de 31 países em dois continentes, 27 países com 450 milhões de habitantes no continente europeu e 4 países com 295 milhões de habitantes na América do Sul. Ainda há a possibilidade da adesão de mais 9 países sul americanos. Haverá a circulação de mercadorias sem os impostos de importação e alguns outros encargos para 90% dos bens comercializados. Para a maioria dos setores econômicos e produtivos haverá uma expansão dos mercados e diminuição dos custos de insumos e matérias primas importadas.

No caso das bebidas destiladas, estas também circularão com a isenção dos impostos que no caso brasileiro sobre os destilados europeus variava entre 20% e 35% com média em torno de 28%. Por exemplo, um whisky que entrava no Brasil a R$ 150,00 entrará por R$ 108,00; uma vodka que entrava por R$ 80,00 entrará por R$ 57,60. Ou seja, haverá uma redução do preço das bebidas destiladas importadas do bloco europeu. E também uma variedade muito maior de bebidas, marcas e produtos em circulação. Isso também vale para vinhos e espumantes.

E as cachaças de alambique brasileiras, como ficam nesta nova conjuntura econômica?  De maneira geral há uma euforia entre os produtores embora não se realizaram debates, avaliações e estudos prévios e amplos com base em dados econômicos, geopolíticos e mercadológicos sobre os impactos deste acordo para o setor. Ou seja, é uma euforia mais com base em expectativas que em análises estruturais concretas. Claro que a cachaça também estará livre de impostos para entrar no bloco europeu e nos outros países do Mercosul, onde o Paraguai (em volume) e Uruguai (em valor agregado) já são importadores significativos. Será capaz de competir em preços, serviços e volume com as bebidas importadas?