Alguns anos mais tarde, na década de 1930 e incentivado por seu filho Ermelindo Filippini, iniciou a produção de
cachaça na busca de um futuro mais próspero para sua crescente família. Nascia ali a paixão familiar pela fabricação de cachaça.
Instalado na margem do Rio Uruguai em um local com microclima perfeito para a
produção da cana de açúcar, por muitos anos a cachaça de alambique foi a principal atividade da família Filippini. Porém, na década de 1980, os crescentes custos de
produção e a popularização da cachaça industrial obrigaram ao abandono da atividade, mas sem deixar de trabalhar com a
elaboração de bebidas.
Em 1992, Assis Erasmo Filippini, neto do pioneiro colonizador, deixou a propriedade familiar localizada no interior de Erechim/RS e começou um novo
empreendimento, Comércio e Transportes Filippini Ltda, com sua esposa
Lenir e seus filhos André e Romeu, tendo como atividade principal a padronização de cachaças.
O empreendimento cresceu, com atenção às demandas dos clientes, foco na qualidade e o desenvolvimento de novos produtos. Um novo alambique próprio foi instalado no município de Três Arroios/RS onde também são cultivadas as canas com todos os cuidados para que esta matéria prima resulte em excelentes cachaças. Em 2014 foi lançada a linha Premium de carvalho e amburana, destacadas com as Medalhas de Ouro e Prata no 17º Concurso de Vinhos e destilados do Brasil em 2019.
Além das cachaças prata e premium, a empresa possui em seu catálogo mais de sessenta produtos entre aguardentes, coquetéis, sucos, licores, vodkas saborizadas, xaropes e vinagres. A produção é realizada com matérias primas selecionadas e origem controlada, tecnologias modernas e atenção rigorosa da qualidade, resultando em excelentes produtos que atendem ao mercado gaúcho e brasileiro.
Para saber mais e conhecer todos os produtos da Cachaçaria Filippini - clique aqui.
Cachaçaria Filippini, Erechim, Rio
Grande do Sul, Brazil.
During the
Italian colonisation period in Rio Grande do Sul State, in the end of the XIX
century, the immigrant Erasmo Filippini, which worked as a tailor, brought
expertise in producing wines and grappa. He settled in the state's mountain
region that is known today as Alto Uruguay and had his first contact with
sugarcane.
Some years
later, in the 1930's, encouraged by his son Ermelindo Filippini, he started
producing cachaça, in order to reach a more prosperous future for his family.
Thus, a family passion for cachaça production started growing.
Settled at
Uruguay River’s margin, a region with a perfect climate to sugarcane
cultivation, hand-crafted cachaça production was the main activity of Filippini
family for many years. However, in the 1980's, the rising production costs and
popularization of industrial cachaça forced them to cease it. But, in spite of
that, they did not stop working in the elaboration of beverages.
In 1992,
Assis Erasmo Filippini left the family lands in the countryside of the
municipality of Erechim and began a new business with his wife Lenir and their
sons André and Romeu, Commerce and Transportation Filippini Ltda, which has as
main activity the standardisation of cachaça.
The company
has grown, meeting the customer's demand, focusing in quality and developing
new products. A still was installed in the municipality of Três Arroios. At the
same location sugarcane is cultivated, taking care to make excellence cachaça
using this raw material. In 2014, the Premium line was released, aged in oak
and amburana, and they were awarded with Gold and Silver Medals in the 17th
Brazilian Wines and Distillates Contest, held in 2019.
Besides the
white and aged cachaça, the company has more than sixty products, including
spirits, cocktails, juices, liquors, flavoured vodkas, syrups and vinegars.
They are produced using selected raw materials of controlled origin, modern
technologies, and great attention to the quality, resulting in excellence products
that satisfy the market at state and national level.
In order to
know more about Cachaçaria Filippini products - click here.
English
version: Gustavo Carvalho Hendges.
RS no alambique, saúde!
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