terça-feira, 3 de julho de 2018

Aprodecana/RS - Nova Diretoria para 2018/2020.

Representantes da Aprodecana/RS.
A Associação dos Produtores de Cana-de-açúcar e Seus Derivados do Estado do Rio Grande do Sul - Aprodecana anunciou a formação da nova diretoria para o período 2018/2020.

O evento ocorreu no dia 29 de junho, na Secretaria de Agricultura, Pecuária e Irrigação do Estado do Rio Grande do Sul em Porto Alegre/RS e os associados presentes elegeram Guilherme Carlin (Cachaça Da Chica,  Porto Alegre/RS) como Presidente da entidade, José Carlos Fortuna (Cachaça 3 Fortuna, Muçum/RS) como Vice-Presidente e Paulo Ricardo Ramos da Costa (associado colaborador) no cargo de Secretário Executivo.

A gestão anterior era composta por José Carlos Fortuna como Presidente, Luiz Antonio Scarton (Alambique Belvedere, Augusto Pestana/RS) como Vice-Presidente e Guilherme Carlin no cargo de Secretário Executivo.

 A nova diretoria pretende colocar em prática projetos que valorizem e proporcionem visibilidade aos associados, como a produção da Carta de Cachaças Gaúchas em comemoração aos 20 anos da entidade, que será celebrado em 2019 e a segunda edição do Festival de Cachaças e Sabores do Sul, que teve sua primeira edição em 2014.

Conforme o novo Presidente, a associação vai “continuar com os projetos de degustação que já ocorrem e viabilizar treinamentos e qualificações dos profissionais do setor, em conjunto com setores hoteleiro, gastronômico e do turismo do Rio Grande do Sul. Queremos também buscar novos associados para fazer parte da Aprodecana e agregar conhecimentos e divulgação ao trabalho”, comenta.

Quem é o novo Presidente da Aprodecana/RS.

Guilherme Carlin
Nascido em Sobradinho/RS em 1982, Guilherme Carlin viveu em Tocantins e Goiás desde os primeiros meses de vida até os 18 anos de idade, quando mudou-se para Porto Alegre para cursar a faculdade de Jornalismo na UFRGS. Graduado em 2005, ainda no ambiente acadêmico, criou a Cachaça Da Chica com um grupo de 10 amigos do Diretório Acadêmico da Comunicação.

A partir de 2008, passou de fornecedor a administrador do Espaço Cultural 512, onde hoje também está sediada a Produtora Outros 500, empresa da qual também faz parte desde 2012. A frente da produtora foi o idealizador do I Festival de Cachaças e Sabores do Sul, no ano de 2014 em Porto Alegre.

Está associado na Aprodecana desde 2013, exercendo a função de Secretário Executivo na associação durante os anos de 2014 a 2018.

Fonte: Outros 500, assessoria de imprensa da Aprodecana/RS.

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terça-feira, 12 de junho de 2018

Cachaças gaúchas premiadas na Expocachaça 2018.


A Expocachaça é o maior e mais conceituado evento mundial dos setores da cadeia produtiva da cachaça e na 28ª edição, realizada em Belo horizonte, Minas Gerais, de 7 a 10 de junho, novamente as cachaças produzidas no Rio Grande do Sul se destacaram com várias marcas associadas da Aprodecana e do grupo Alambiques gaúchos que participaram como expositores e conquistaram diversas medalhas de reconhecimento da excelência e qualidade das cachaças gaúchas.

Oito medalhas, quatro de Ouro e quatro de Prata, em seis categorias, premiaram produtores de cinco municípios do RS.


Os destaques foram para Alambique Bel Vedere, Casa Buchmann, Harmonie Schnaps, Maria João, Weber Haus e 3 Fortuna, dos municípios de Augusto Pestana, Presidente Lucena, Harmonia, Santa Rosa, Ivoti e Muçum.


Confira as premiações e categorias destacadas:


Medalhas de Ouro:


Carvalho francês – 3 Fortuna. 

Extra Premium – Casa Buchmann. 
                          Pergaminho (Alambique Belvedere). 

Madeiras Diversas – 7 Madeiras (Weber Haus). 


Medalhas de Prata:

Brancas Puras – Harmonie Schnaps Prata.
 
Carvalho Americano - Belvedere Premium. 

Madeiras Brasileiras – Maria João Amburana. 
                                  Maria João Premium. 


Antonio Silvio Hendges, professor de biologia, pós graduação em auditorias ambientais, editor do blog RS no alambique, faz palestras sobre meio ambiente, elabora cartas de cachaças gaúchas para bares, restaurantes e eventos e toma cachaça (quase) todos os dias. Email: as.hendges@gmail.com


Fonte – Outros 500, assessoria de imprensa da Aprodecana e Alambiques Gaúchos.

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sábado, 2 de junho de 2018

A água na produção e consumo da cachaça.


A Cachaça é um dos principais produtos da agricultura brasileira, com grande importância econômica, geração de trabalho e renda em toda a sua cadeia de produção, desde o plantio da cana de açúcar, tratos culturais, colheita, moagem, fermentação, destilação, envelhecimento, estocagem, distribuição e consumo. Com origem principalmente em pequenas propriedades e na agricultura familiar, um dos insumos básicos para a sua produção é a água.

Na fase de plantio e cultivo a disponibilidade de água é indispensável ao desenvolvimento adequado das plantas, sendo fundamental um regime adequado de chuvas que vai depender da região do país e das variedades cultivadas, influenciando inclusive na concentração de açúcar disponível nas plantas maduras. Nesta fase, são necessários cuidados na preparação dos solos, evitando-se a erosão e o assoreamento de águas próximas.  A cana de açúcar destinada à produção de cachaças não utiliza de forma sistemática a irrigação, dependendo das condições climáticas.


Após a colheita, o processamento e a moagem utilizam água na limpeza da cana, das moendas e dos locais onde são realizados, assim também como na filtragem e decantação do caldo, após sua purificação é necessário o uso da água para lavar os equipamentos. Estas águas são destinadas para estações de tratamento, sendo possível devolvê-las limpas e potáveis ao meio ambiente.

Para a fermentação, a higiene é fundamental na qualidade final da cachaça.  Por isto a lavagem, enxague e limpeza detalhada das dornas não pode ser negligenciada. De forma geral não existe um grande impacto sobre as águas utilizadas nesta atividade, mas também se recomenda o direcionamento para estações de tratamento.

Na destilação, a água é fundamental para o resfriamento e com isso são geradas águas aquecidas com as quais são necessários cuidados no caso de descarte para não alterarem a temperatura dos cursos de água em que são dispensadas. A poluição térmica tem impactos significativos sobre a biodiversidade e por isto as águas devem ser resfriadas antes do despejo, sendo também possível utilizá-las na limpeza das instalações com posterior tratamento. Na etapa de envasamento, a limpeza e esterilização das garrafas utilizam águas que também precisam de cuidados ao descarte no caso de serem aquecidas.

No consumo da cachaça a água também é fundamental, recomendando-se a ingestão desta bebida com água de boa qualidade, o que vai ressaltar os sabores e aromas característicos das madeiras utilizadas no envelhecimento, assim como diluir o álcool na circulação sanguínea e com isso prevenir a desidratação, preservando o organismo e a saúde dos consumidores. A água deve sempre acompanhar o consumo da cachaça, mesmo quando harmonizada com alimentos, desta forma será possível apreciar melhor as nuances sensoriais e as características desta bebida genuinamente brasileira como os nossos rios, lagos, oceanos e florestas.

Para saber mais sobre os aspectos ambientais da cachaça clique aqui.

Antonio Silvio Hendges, professor de biologia, pós graduação em auditorias ambientais, editor do blog RS no alambique, certificado pela Escola da Cachaça, faz palestras sobre meio ambiente, elabora cartas de cachaças gaúchas para bares, restaurantes e eventos. Email: as.hendges@gmail.com


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quinta-feira, 10 de maio de 2018

Cachaças gaúchas no Super Bar Profissional 2018.


O grupo Alambiques Gaúchos através das marcas Água de Arcanjo (Maquiné/RS), Cachaça Da Chica (Porto Alegre/RS) e Cachaça Weber Haus (Ivoti/RS), participa do Super Bar Profissional 2018, que acontece entre 14 e 15 de maio em São Paulo.

O evento é voltado para bartenders, mixologistas, formadores de opinião, gestores e proprietários de bares e a programação conta com palestras, visitas técnicas e exposição de produtos.


As marcas gaúchas participantes, associadas à Aprodecana, vão expor seus produtos aos visitantes e mostrar que as bebidas produzidas no Rio Grande do Sul são excelentes para as práticas da coquetelaria. A participação dos Alambiques Gaúchos serve, também, para formar laços com os profissionais que tem como uma das principais ferramentas de trabalho a bebida alcoólica de qualidade comprovada. 

Recentemente, as marcas Água de Arcanjo, Maria João e Weber Haus participaram do Cachaça Festivals UK 2018 em Londres e Manchester. Na ocasião, as cachaças gaúchas foram degustadas pelo público local e utilizadas para elaborar drinks na Terra da Rainha.

Fonte: Outros 500, assessoria de imprensa da Aprodecana/RS.


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domingo, 6 de maio de 2018

Princesa do Arroio, Selbach/RS.


Princesa do Arroio, Selbach/RS.
Uma cachaça gaúcha com quase 90 anos de história produzida em Selbach, pequeno município no norte do Rio Grande do Sul colonizado por descendentes de alemães que se instalaram na região a partir do início do século XX. A cachaça Princesa do Arroio começou sua trajetória em 1930 quando o Sr. Francisco Raasch, então residente na localidade de Vila Seca no atual município de Ibirubá adquiriu um alambique e produziu ininterruptamente até o ano de 1965 quando o seu filho Alfredo Raasch modernizou o alambique, ampliou a produção e criou a marca Cachaça Gaúcha.


A partir dos anos 1980, novas modernizações com a implantação da energia elétrica e a aquisição de novos equipamentos possibilitaram melhorias na produção e na qualidade. Em 1997, entra na produção a terceira geração da família com o alambique sendo assumido pelo casal Anita Raasch e o marido Gilberto Possamai. Anita é filha de Alfredo e neta do patriarca Francisco Raasch. Como a produção ainda era pequena e distante procurou-se um local mais adequado e próximo que facilitasse a divulgação e os contatos com os consumidores, optando-se pela localidade de Arroio Grande no município de Selbach, na margem da RS 223.


O nome Princesa do Arroio foi escolhido para homenagear o município e a cidade de Selbach, considerada a princesa da Região do Alto Jacuí, área de influência do Rio Jacuí e que abrange diversos municípios localizados na Rota Turística das Terras, com predominância agricultura, do turismo rural e da gastronomia regional do RS.

Gilberto Possamai


Com a aquisição de novos equipamentos e a ampliação da produção foi possível melhorar em muito a qualidade, acrescentando além da cachaça prata, as envelhecidas em madeiras como carvalho europeu e grápia, criação de um blend Extra Premium nove anos de carvalho, cabriúva e grápia e licores de chocolate com pimenta, café, limão e damasco. Em 2016 o blend da Princesa do Arroio ficou com o primeiro lugar no concurso realizado na Expointer, uma das mais tradicionais e importantes feiras do Brasil, realizada anualmente no Rio Grande do Sul.


A produção é orgânica com cuidados em toda a cadeia produtiva e destinação adequada dos resíduos, com a palha e o bagaço sendo incorporados ao solo na área de plantio, a cabeça destinada à produção de sabão e a cauda para redestilação separada. A Princesa do Arroio é reconhecida com o selo Sabor Gaúcho que identifica os produtos orgânicos artesanais provenientes da agricultura familiar rural do RS, cumprindo todas as exigências sanitárias, ambientais e de responsabilidade social.

Acesse a página da Princesa do Arroio no Facebook: clique aqui.


Antonio Silvio Hendges, editor do blog RS no alambique, professor de Biologia, pós graduado em Auditorias Ambientais, certificado pela Escola da Cachaça, faz palestras sobre meio ambiente, elabora cartas de cachaças gaúchas para bares, restaurantes e eventos e toma cachaça (quase) todos os dias. Email: as.hendges@gmail.com


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